Combate aos vetores e limpeza dos córregos em Leopoldina está em andamento

Conforme já foi divulgado o setor de Endemias e a Secretaria de Saúde de Leopoldina começaram a realizar a limpeza dos córregos que cortam a cidade visando ao combate dos vetores e dos focos de mosquitos nos mesmos.

Segundo o chefe do setor de Endemias, Arâncio Gomes, a cada 50 metros são retirados em média seis sacos de recipientes que acumulam águas e podem ser uma fonte de focos do Aedes Aegypti.

Vale ressaltar que o período das chuvas está se aproximando e os ovos do mosquito  pode durar um ano sem água, e cada fêmea coloca mais de 100 ovos por vez.  E o mosquito leva de 7 a 10 dias para chegar da fase de larva ao mosquito.  Ao mesmo tempo em que pica para sugar o sangue, o Aedes cospe saliva, que tem uma série de substâncias analgésicas e anticoagulantes, que o ajudam a não ser notado e a conseguir sugar o maior volume possível de sangue. Neste processo, as partículas de vírus são injetadas na corrente sanguínea da pessoa, junto com a saliva do mosquito.

O esforço das fêmeas do mosquito acontece em dois momentos principais: para procurar uma fonte de sangue (necessário para amadurecer os ovos) e para depositar seus ovos (que precisam do ambiente aquático para eclodir e se desenvolver para os estágios de larva, pupa e, finalmente, mosquito).

O mosquito que é pequeno causa grandes estragos no ser humano e a cada ano aumenta seu potencial em doenças causando dengue, Zika, Chikungunya, microcefalia e em alguns casos até febre amarela.

Portanto até uma tampinha de garrafa pode se tornar um criadouro e a maioria dos focos é encontrada dentro da própria casa, em vasos de plantas, depósitos de água atrás da geladeira e outros locais. A população é a grande parceira no combate ao Aedes Aegypti.

 


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