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Como sou peça de museu, visita quem quer

Realmente me considero um lixo, porque ser correto, tentar alertar as pessoas que os fatos estão acontecendo, tentar demonstrar a realidade da sociedade (repito Hipócrita (que ou aquele que demonstra uma coisa, quando sente ou pensa outra, que dissimula sua verdadeira personalidade e afeta, quase sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumir sua verdadeira natureza, qualidades ou sentimentos que não possui; fingido, falso, simulado)) e que tem a máxima de distorcer tudo a seu favor é o correto hoje em dia, na visão atual.

Como já sou peça de museu, pela idade e mentalidade, não me preocupo mais com a opinião de quem quer que seja boa ou má, pois devo apenas satisfação a minha consciência e a meu travesseiro ao deitar.

Sou do tempo que respeitar o outro era obrigação, que pagar as contas era obrigação, que evitar uma briga era obrigação, que respeitar o direito do outro de vir e ir era obrigação, que se alguém estava no caminho errado podíamos conviver sem nos converter.

Mas hoje se falo que as mulheres deveriam se dar o respeito é machismo e estou lhes agredindo. Se falo demonstro uma briga de mulher (que não deveria ser tão comum) é porque escondo a briga dos homens, na mentalidade doentia de alguns. Ou seja, tudo é motivo de contestação, de ser atacado e tentar desmoralizar.

Fico triste quando alguém, seja homem ou mulher, ao praticarem atos que na minha visão são errados, saírem se vangloriando, se nivelando por baixo. Infelizmente a realidade nossa é que os valores se deterioraram e o que ontem para nós era errado hoje é o certo.

É como alguns políticos reclamam quando são manchetes em jornais por escândalos, desvio de conduta ou corrupção, se acham injustiçados, mas na hora de trambicar, de roubar, não pensam nisso, são todos uns anjinhos.

Na realidade realmente hoje vivemos a “inversão de valores” e quem tentarem falar sobre isso está fora do padrão corretamente correto e isso para mim é lamentável (termo que estou usando muito no meu site).

Não sou o dono da verdade, não sou a pessoa mais correta do mundo, como ser humano tenho mais falhas que acertos e a realidade é que deveria, mas não consigo serem como os três macaquinhos para entrar na geração atual e na sociedade atual, que fala uma coisa e faz outra, que se esconde atrás de pseudônimos, de fake e outros meios para atacar, falar e criticar os outros.

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Mas como disse sou peça de museu e só visita museu quem quer, não é obrigado.


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