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Coronel Alexandre Noceli disse:” visa o contigenciamento das forças policiais… diminuir a presença de policiais na administração dos quarteis empregando esses policiais nas atividades de rua”, não é isso que a população quer policiamento maior nas ruas?

coronel alexandre

Segundo me repassaram nas redes sociais o Prefeito José Roberto e alguns assessores estiveram reunidos com a PM para falar sobre os estudos de mudança na estrutura do estado na PM, ou seja, a diminuição de Batalhões, Cias Independentes e Especiais e falaram que houve uma postagem no face do prefeito, ao qual não tenho acesso, com os seguintes dizeres:

“Diante da proposta do Governo do Estado de Minas Gerais, que estuda a possibilidade de rebaixamento da fração da polícia militar em Leopoldina, comuniquei imediatamente ao Deputado Antonio Jorge, que marcou e foi comigo numa audiência com o comandante da 4ª Região de Polícia Militar, Coronel Alexandre Noceli. Segundo o coronel existe um estudo por parte do Governo , que visa o contigenciamento das forças policiais, e que uma das estratégias é a extinção de alguns batalhões e companhias independentes a fim de diminuir a presença de policiais na administração dos quarteis empregando esses policiais nas atividades de rua. Fui firme e taxativo dizendo gentilmente que não concordava com tal argumento. Disse também que vou, inclusive, rever a assinatura do novo convênio, pois a Prefeitura Municipal sempre cumpriu sua obrigações corretamente com a Polícia Militar. Chegando em Leopoldina convoquei uma reunião com todos os secretários a fim de tomarmos uma decisão segura para enfrentamento da situação, sendo a melhor solução uma aglutinação de forças de toda a sociedade.Estiveram presentes comigo nesta reunião o Comandante da 4ª Região de Polícia Militar, Coronel Alexandre Noceli, Dep Antonio Jorge, o Sec Marcos Gorrado e o Assessor de imprensa Iago Xavier, alem dos assessores do Dep Antonio Jorge”.

Em contato com alguns da Polícia Militar para saber qual é a realidade e inclusive passei um e-mail para o deputado Estadual Cabo Júlio, que esta ligado a instituição e até mesmo ao governador, mas não obtive resposta, mas fontes da PM me explicaram o seguinte: hoje o estado tem vários batalhões, companhias independentes e especiais e através dessas divisões há vários cargos que ficam nos escritórios e serviços burocráticos internos, ou seja, de Tenente Coronel, Capitão, Tenentes, sargentos e outros cargos que realizam apenas serviços internos da corporação e o número de policiais nas ruas é menor com essas funções “burocráticas” e a mudança seria acabar com esses cargos e colocar os policiais nas ruas no patrulhamento efetivo, ou seja, no trabalho de prevenção com policiamento ostensivo nas ruas e esse fato não está agradando justamente aos policiais que estão nesses setores, pois eles teriam que exercer a função nas ruas, de frente com o crime,

Me esclareceram que na época da 34ª Cia em Leopoldina haviam cerca de 80 policiais nas ruas e hoje o numero se aproxima de 50 e que nos serviços burocráticos há cerca de 10 e em alguns locais até 40 pessoas, dependendo da classificação da PM. E ainda me relataram que há policiais, hoje aposentados ou na reserva, que nunca saíram de um quartel, nunca enfrentaram um campo aberto de combate ao crime, sendo que só ficaram na parte burocrática da Polícia Militar e é isso que está em estudo, colocar policial em campo e diminuir o pessoal da parte burocrática.

Quanto ao prefeito ir até ao Coronel Alexandre Noceli acho justo e utilizar o seu deputado de confiança também, pois o prefeito tem que correr atrás para esclarecer os fatos e ver a realidade da situação e na sua postagem disse que “Chegando em Leopoldina convoquei uma reunião com todos os secretários a fim de tomarmos uma decisão segura para enfrentamento da situação, sendo a melhor solução uma aglutinação de forças de toda a sociedade.” e até concordo com isso, pois realmente é preciso reunir as forças para o bem da sociedade, mas se o que eu recebi a informação e isso for a realidade nas palavras do Coronel: “existe um estudo por parte do Governo , que visa o contigenciamento das forças policiais, e que uma das estratégias é a extinção de alguns batalhões e companhias independentes a fim de diminuir a presença de policiais na administração dos quarteis empregando esses policiais nas atividades de rua.” acho que a mudança vem de encontro com o que sempre, no site, criticamos: é muito cacique e pouco índio, ou seja, o número de pessoas nos quarteis poderá ser útil no combate efetivo da criminalidade nas ruas e tenho certeza que os Policias que estão nas viaturas, nas motos, no combate efetivo e diário da criminalidade devem estar apoiando a medida e é claro que aqueles que vestem a farda militar, por convicção, também e por certo “alguns” que perderam as salas com ar condicionado, computadores e terão que ir as ruas não se sentiram confortáveis.

É claro há estudos, há controvérsias e até o momento oficialmente o que há é um comentário interno da PM, matérias sobre o assunto oficialmente não há divulgado na imprensa pelo que procurei, mas por certo até entendo aqueles que poderão se sentir prejudicados com a mudança, é legítimo lutarem por suas causas, mas o que é mais importante é a população, é o combate a criminalidade e acima de tudo, deixar de cooperativismo seja na área política, policial, empresarial e se fazer realmente algo para a comunidade em geral.

Sei que a matéria é polêmica, sei que há o uso político por pessoas, pois o tema além de ser importante, mexe com a cabeça das pessoas, ainda mais quando se tem altos índices de criminalidade na região e na cidade, mas é importante separar o jóio do trigo e acima de tudo se divulgar a realidade dos fatos, se essa fala do Coronel for a essência da mudança, por certo a população entenderá e apoiará, pois quem não quer mais policiais nas ruas?

Em tempo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura me comunicou que repassará uma matéria sobre o encontro, mas o site marcusvinicius.net tem o compromisso de tentar levar a informação com sua visão própria e de acordo com o que somos informados e é claro que sempre estamos na contra mão, pois não abraçamos causas pessoais, profissionais ou políticas, mas as causas que julgamos que interessam ao povo.


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