Debate deve-se ou não criar o feriado da Consciência Negra? Nesta terça, dia 11, tema da Câmara de Vereadores de Leopoldina

Nesta terça feira a reunião da Câmara de Vereadores, que acontecerá a partir das 18h15min horas irá receber os representantes do Movimento Negro de Leopoldina, que irão defender a proposta do vereador Rosalvo Flauzino que é a criação do feriado municipal no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

O tema é polêmico há os que defendem a tese por Leopoldina ser uma cidade com grande número de pessoas da raça negra e pelo histórico da cidade e há aqueles que não concordam por alguns motivos como: mais um feriado local prejudicando o comércio e a valorização de uma data específica que incentiva a divisão de raças.

Na realidade se olharmos a história, os fatos esse assunto vira e mexe entra em pauta na cidade e nunca há um desfecho, pois há argumentos que é inconstitucional, sendo que em outras cidades o feriado já foi oficializado, inclusive em alguns estados. Não sou jurista e nem posso opinar nesse sentido.

Mas hoje o advogado Wagner Antunes que faz parte do movimento de Leopoldina e outros integrantes como Amauri dos Santos deverão se fazer presente na reunião da Câmara de Vereadores e deixaram a sua visão sobre o assunto. O vereador Betão (PT) de Juiz de Fora poderá estar presente, mas segundo informações não poderá usar da palavra, de acordo com o regimento da casa, só se a mesa autorizar por cortesia por ser um membro do legislativo de Juiz de Fora.

Enfim será mais um tema com convidados a se apresentar na Câmara, diga-se de passagem, essa legislatura está sendo marcada por ouvir as entidades, pessoa em plenário e até mesmo com realização de audiências públicas em tão pouco tempo.

Aguarda-se ansiosamente a transmissão via facebook das reuniões e o novo site para dar mais transparência aos trabalhos. Inclusive há um debate nos bastidores por que a Lei em Leopoldina é tão diferente, há câmaras que utilizam as redes sociais para divulgar, inclusive com fotos, as indicações, projetos e os fatos realizados pelos vereadores de suas respectivas cidades e aqui os pareceres jurídicos são diferentes em alguns pontos de vista, mas como dizem a lei é interpretação, cada um puxa para seu lado ou seu pensamento e se depender de Leopoldina, em alguns casos o pensamento é retrógado, conservador (para o mal) e a transparência é ter uma cortina sem imagens, não é o forte em alguns setores da comunidade, não especificamente neste caso.


Deixe seu comentário

Posts relacionados