Paralisação dos caminhoneiros: escolas sem aula, postos sem combustível e transporte coletivo reduzido em Leopoldina

A paralisação dos caminhoneiros em todo o país traz transtornos aos leopoldinenses e entre elas podemos citar: a paralisação da rede pública de ensino com as escolas municipais e estaduais sem aula até a próxima segunda feira, o motivo é a falta de alimentação para as merendas e a dificuldade de deslocamento tanto pelo transporte escolar (público e privado) por falta de combustíveis; falta de alimentos principalmente hortifrutigranjeiros e em alguns casos pode até faltar um ou outro produto de mercearia, mas se acontece é em menor escala; falta de combustíveis nos postos e a falta do gás de cozinha. 

A realidade é que os problemas aqui registrados acontecem no país inteiro, na questão do transporte coletivo na cidade há a seguinte informação, a empresa nesses dias funciona com 50% da sua frota, sendo que em cada linha, no total de 5 linhas, cada uma tinha dois veículos e atualmente é apenas um veículo por linha para evitar a paralisação total. Segundo a empresa caso a frota toda estive em funcionamento nesta terça feira, dia 29, ao meio dia o serviço estaria totalmente paralisado. 

A Viação Leopoldinense ainda informa que está tentando conseguir mais combustíveis nas distribuidoras, mas não há resposta positiva ainda das mesmas e o estoque tem previsão de durar até sexta feira se não houver novo reabastecimento na sede da empresa. 

Os serviços essenciais trabalham em caráter de alerta, alguns foram paralisados por falta de combustível e não há registro de maiores problemas até o momento. 

Apesar de todos os transtornos na noite desta segunda feira, aconteceu uma pequena carreata, seguida de uma caminhada com pessoas com apitos e dando apoio aos caminhoneiros. A população está aderindo apoio ao movimento e há registro de doações de alimentos, que no caso os caminhoneiros ao verificarem que poderiam ser perdidos, doaram a creches da cidade e em contrapartida as creches fizeram no comércio uma campanha arrecadando materiais de uso pessoal. 

As redes sociais estão cheias de boato e falsas notícias e há a palavra intervenção militar no foco e o ministro ligado a forças armadas disse que vive no século XXI e pelo que conhece e ele não vai procurar problema no escuro, a intervenção é um assunto do século pessoal e não vê perspectiva nenhuma nesse sentido. 

A realidade de hoje é que o discurso dos governantes não se reflete no que a população sente no seu município. Há o discurso que a paralisação acabou o que não é a realidade sentida.  


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